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Oficina de Pão do Coletivo Maio

25 abr

CARTAZOFICINADEPAO

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O 1º de Maio está chegando, dia de resgate histórico e luta das/os trabalhadores. Mas, afinal, o que é trabalho? O Coletivo Maio te convida a debater o trabalho através do trabalho: fazendo pão! Elemento fundamental da alimentação humana e desenvolvimento tecnológico histórico de nossas sociedades, o pão é fruto de trabalho. Contudo… trabalho de quem? Venha debater conosco botando a mão na massa!

Confira o nosso Maionese-Convite:
MAIONESE (FRENTE) MAIONESE (VERSO)

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CONVITE

Olá, este convite que você tem na sua frente foi preparado na “cozinha” do Maio. O Maio é um grupo político formado por estudantes como você. Mas tentamos saber. E só aprendemos tentando. Como é, mais ou menos, na culinária: antes de acertar o primeiro prato, muita comida queimada, carne mal-cozida, sal demais, indigestões, eventuais internamentos. Mas, um belo dia, eis que aparece um apetitoso tutu de feijão ou um bom frango com quiabo. Na política é mais ou menos a mesma coisa. Além de ter uma receita interessante, nem sempre fácil de preparar, é preciso saber, sem desvirtuar as peculiaridades de cada ingrediente, fazer seu sabor aparecer harmoniosamente no resultado final do prato. Da mesma maneira, como coletivo político, pretendemos aproveitar os diferentes talentos individuais na tentativa de criar um espaço que, ele próprio, estimule as pessoas a seguirem criando. E os ingredientes, nesse processo, também se modificam. Assim, o pão é mais que água, farinha e trigo misturados aleatoriamente em um prato. Esta maçaroca culminaria, no máximo, em uma diarréia política. Da mesma maneira, o Maio também é algo mais que uma mera reunião de indivíduos isolados, tampouco uma receita que se impõe a todos, ovos e batatas, indiferentemente. No Maio, você também muda a receita. Somos uma união de estudantes que se preocupam com o ambiente em que estudam, em que habitam, em que vivem. Por mais que haja vantagens e coisas muito boas em nossa faculdade e mundo, nem tudo é pão-de-ló. Tentamos entender os problemas e dificuldades e, juntos, contorná-los e, nesse processo, aprender, dar liga, crescer. Com isso, o Maio lança sua 4a oficina de pão, uma tarde que passamos juntos amassando pão caseiro, conversando e refletindo sobre o trabalho ao mesmo tempo em que trabalhamos. Traga três reais para a farinha e o açúcar e, claro, alguns poemas para fermentar nossa massa.

Convidamos você a vir fazer pão conosco!

evento no facebook: http://www.facebook.com/events/548795578476790/

Venha conhecer o Maio!

17 abr

 

mosquitomaio
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As leis não bastam. Os lírios não nascem
da lei. Meu nome é tumulto, e escreve-se
na pedra.

(Nosso Tempo, Carlos Drummond)

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O COLETIVO MAIO TE CONVIDA PARA UM 
BATE-PAPO NO BOULEVARD NOS DIAS
18 (12H) E 19 (18H) 
DE ABRIL! 

INCLUI-SE:

DESMISTIFICAÇÕES, POLÍTICA,

CULTURA, MOVIMENTO ESTUDANTIL,

ALTERNATIVA!

VEM, VAI TER BOLO!
(MESMO!)

evento no face: http://www.facebook.com/events/452828334792647/?fref=ts

9º Congresso do Coletivo Maio!

21 mar

No próximo final de semana, dos dias 22 a 24 de março, ocorrerá o 9º Congresso do Coletivo Maio. O dia 23 de março trará debates abertos à comunidade, com diversos temas e debatedores. Convidamos toda a comunidade acadêmica para debater conosco!

Segue a programação (a Profª Ligia Klein não poderá comparecer e será substituída pelo Prof. Luis Allan):

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Ato Contra a Homofobia na PUC-PR hoje!

16 maio

Boa Tarde, navegantes.

Nós do Coletivo Maio ficamos sabendo de mais um caso de homofobia, desta vez na PUC. Duas alunas, ao caminharem abraçadas pelo corredor da universidade, foram constrangidas por um professor, que disse que a conduta delas não era permitida dentro da universidade. Ficou óbvio o ataque homofóbico às meninas, que informaram amigos próximos. A partir daí, houve a confecção da Moção de Repúdio (que segue este introdução) e a construção ato contra a Homofobia que ocorrerá nesta quarta-feira (16/05).

Ao passo que somos comprometidos com a luta incessante contra as opressões dessa sociedade capitalista, heteronormativa, racista e elitista, nós do Coletivo Maio convidamos todas e todos @s estudantes do curso de Direito a compor o ato, que ocorrerá no campus da PUC-PR às 18h, seguido de um debate às 19h.

Moção de Repúdio à agressão lesbofóbica sofrida por estudantes da PUCPR

Viemos, através desta, expressar nosso profundo repúdio à agressão lesbofóbica sofrida pelas estudantes dos cursos de Sociologia e Serviço Social da PUC do Paraná, por um Profº, que identificou-se como Wesley Santana. Na ocasião do fato, o citado abordou as estudantes de forma grosseira, solicitando o nome das mesmas e afirmando que não aceitava esse tipo de atitude dentro da instituição (a atitude a qual ele se referia era as estudantes estarem de mãos dadas no corredor da Escola de Educação e Humanidades da PUCPR).

É inadmissível que essas situações ocorram no interior de uma universidade, a qual deve ser um espaço de promoção do conhecimento e do respeito as diversidades. A homofobia, bem como o racismo e o machismo, são males que a cada dia fazem mais vitimas em todo o mundo, sendo o nosso país campeão de agressão a LGBTTs e a mulheres, e por isso não podemos aceitar que manifestações como a que ocorreu na PUCPR continuem ocorrendo. Por fim, expressamos nossa total solidariedade às estudantes, fazemos um chamado a todas organizações a se manifestarem sua indignação ao ocorrido, e que a Reitoria da universidade abra uma sindicância para apurar o caso.

‘’A nossa luta é todo o dia, contra o machismo, o racismo e a homofobia’’.

Curitiba, 08 de Maio de 2012.

ANEL – Assembleia Nacional de Estudantes Livre
Coletivo Barricadas Abrem Caminhos
Coletivo Maio
Grupo de Gênero – Direito UFPR
CAASO PUCPR – Centro Acadêmico Autônomo de Sociologia
CAEF UFPR – Centro Acadêmico de Educação Física
CASS PUCPR – Centro Acadêmico de Serviço Social
DCE EMBAP – Diretório Central de Estudantes da Escola de Música e Belas Artes do Paraná
ENESSO – Executiva Nacional das Estudantes de Serviço Social
LPJ – Levante Popular da Juventude
PSOL – Partido Socialismo e Liberdade

Mas, qual cidade?

10 maio

Fala-se muito das relações sociais (e desiguais) das pessoas de forma abstrata, deslocada da concretude do mundo, como se de fato, os casos que nos chegam estivessem enclausurados na jurisprudência do STF. Mas todas essas relações se objetivam na cidade. 

Uma unidade formal – em nosso caso, Curitiba – é um espaço dividido. Não se trata de afirmar um axioma tal “a riqueza é distribuída de forma desigual”. Quando falamos em cidade, nos vem logo à mente a imagem ideal de um grande centro: cultura, desenvolvimento, ruas largas, muitos carros, entretenimento, praças, monumentos, comércio. O centro de Curitiba, realmente, não nega esta imagem. Mas, o centro nega seu entorno. Assim, quando falamos em cidade, nos deparamos com o problema do acesso. A efervescência dos festivais está geograficamente localizada; as belas praças não estão presentes em bairros longínquos; os monumentos não representam todos que habitam e construíram a cidade, mas a história daqueles que formularam a recortada cidade modelo. 

Sobre essa cidade dividida pelo abismo entre centro e periferia incide uma política de segurança pública altamente seletiva, que opõe “cidadãos” e “inimigos”. Ao passo que as políticas higienistas e sanitaristas tentam insulflar uma “nova vida” ao centro “decadente”, as cercanias dos bairros nobres nunca foram tão fortemente vigiladas pelo poder policial. A Curitiba da lustrosa Rua Riachuelo, é a mesma Curitiba do violento Sítio Cercado.

Para o Estado brasileiro a resolução das desigualdades de classe é simples, no bordão do Requião: “polícia e cacete”. É mais fácil instalar uma UPS no Uberaba que realizar políticas públicas inclusivas. “Acelerem o crescimento!” – disseram os lulistas; e lá vai o povo correr atrás migalhas do PAC; da Copa e das Olimpíadas. Saímos do Estado de Direito para o Estado Vale Tudo! Vale cacete, vale porrada, vale guerra pra sustentar uma Curitiba que já sorri amarelo às violações de direitos humanos nas UPS. A nós, iniciados no mundo jurídico, vale lembrar que tudo isto ocorre à sombra da altaneira Lei. Lei de Exceção, pros íntimos: Lei Geral da Copa. O mesmo concreto que ergue a Arena da Baixada, soterra a periferia de Curitiba.

Este ano acontece o II Seminário de Direitos Humanos da Federação Nacional dos Estudantes- FENED, desta vez com o tema “Modelo de Desenvolvimento e Tratamento Penal da Miséria”. O evento acontecerá nos dias 18, 19 e 20 deste mês no Rio de Janeiro. O Coletivo Maio entende que a participação dos estudantes no espaço do movimento estudantil de área é de suma importância mas, como não são todos que poderão participar do evento, viemos convidá-l@s para um debate prévio ao seminário sobre algo que perpassa também nossa realidade local. Optamos por operar um recorte no assunto e trabalhar mais a fundo o tema cidade. 

*Texto produzido para o panfleto de divulgação do evento.

Em debate: Cidade Modelo e Criminalização da Pobreza

9 maio

Tendo em vista o seminário de direitos humanos da FENED, que acontecerá entre os dias 18 e 20 de maio, o Coletivo Maio convida a tod@s para participarem de uma roda-debate sobre Cidade Modelo e Criminalização da Pobreza em Curitiba.

Os painéis do Seminário da FENED, que acontecerá no Rio, estão organizados sob o tema “Modelo de Desenvolvimento e Tratamento Penal da Miséria”, assim acreditamos ser importante levarmos algum acúmulo prévio, de forma que o debate lá realizado seja mais enriquecedor. 

Da mesma forma, embora as questões da polícia, da guerra contra o tráfico e das UPP’s sejam noticiadas e debatidas como se fossem próprias do Rio de Janeiro, aqui, em Curitiba tivemos nesta mesma semana a criação de mais uma UPS (Unidade Paraná Seguro). Este é só um exemplo, que embora se apresente em menores dimensões, ainda assim é fundado igualmente sobre um modelo de cidade excludente, que tem como condição a redução das questões sociais à famigerada “segurança pública”. 

Debatedores: 

Leandro Franklin Gorsdorf (Professor UFPR)
– Cidade e modelo de desenvolvimento –

Priscilla Plachá Sá (Professora de direito penal – UFPR)
– Polícia e Segurança pública – As UPS’s de Curitiba –

Renato de Almeida Freitas Jr. (Estudante – Coletivo Maio)
– Questão Social: caso de polícia – A higienização do centro e o encarceramento em massa- 

Ainda, Como prévia da prévia teremos:

Das 14h às 18:30 vai rolar no boulevard uma oficina de stencil do Maio! Levem suas cartolinas, tesouras, estiletes, chapas de raio-x e principalmente camisetas! 

http://www.facebook.com/events/307852782625044/

O Banquete – Sarau Dionisíaco

11 abr

Do meu coração decidi

vou largar ao vinho o meu corpo

E o meu coração mantém-se no saber

e ligar-me ao delírio

até que possa ver que benesse toca aos filhos do homem

que lhes cabe fazer sob o céu

nessa quota de números dos seus dias de vida

–       Qohélet


O Coletivo Maio surge pela impossibilidade do Mesmo na Santos Andrade. Impulsionados pelo desejo do novo, resgatamos e criamos diferentes formas de atuarmos e interagirmos no curso de Direito. Duas de nossas primeiras críticas foram a da inexistência de uma alternativa à diversão mercantilizada e a da ausência de espaços artísticos em nossa faculdade. Resgatar a forma Sarau foi uma resposta à demanda quase muda por diversão e arte ressignificadas (ou transsignificadas). Nos incumbimos da tarefa de proporcionar diferentes espaços de interação, diversão, criação e proposição. A cada novo sarau, procuramos levantar um questionamento central. O banquete a Baco/Dionísio proposto em 2012 tem como sua questão central a diversão: deve ser mercantilizada? É necessariamente opressora? Tem uma forma específica?

Convidamos todas e todos à Casa Selvática – a jaula escancarada da arte curitibana – para louvarmos o vinho barato e as poesias improváveis dos juristas. Do mesmo modo convidamos qualquer tipo de arte a se infiltrar na nossa bolha sisuda, criar conosco uma nova possibilidade de (r)existência num murado mundo mixado. O coletivo de cineastas e afins Atalante, junto aos inenarráveis Selvaticxs e a nós, Coletivo Maio, convidam(os) a comunidade acadêmica a inventar conosco uma noite farta de frutas, vinhos, estrangeirxs, estranhxs, amores, teatros e manifestações artísticas e ébristicas.  Sejamos todxs sujeitos de um espaço-tempo artístico: Sarau! Criemos um fluxo de idéias! Um fluxo de vida! Um clamor a Dionísio! Deus do vinho, das festas, do teatro! EVOÉ! Banqueteemos numa noite alunar o rarefeito ar respirado!

O Banquete – Sarau Dionisíaco, acontecerá no próximo Sábado, 14/04, na Casa Selvática (R. Nunes Machado, 950) às 20h, com a abertura do Sarau às 20:30. Venderemos convites durante a semana.

Vista sua melhor nudez e nos acompanhe nesse i-mundo canalha.

EVOÉ!

http://www.facebook.com/events/287769241299606/